FBA ROOKIE - DE JUVENIL PARA JUVENIL - 1º ED.
Power Ranking OFF-SEASON - Análise + 1 ponto forte + 1 coisa a se fazer.

Analisar apenas o Overall numérico de uma planilha é fácil. O problema é que basquete não se joga no papel. Entre teto de evolução, encaixe tático e a pura incapacidade de alguns GMs em proteger o próprio garrafão ou subir o CAP, a tabela real da nossa liga é completamente diferente da ilusão vendida pelos números brutos.
Se preparem para a primeira edição do DE JUVENIL PARA JUVENIL
Hoje vamos dissecar os 30 times do melhor para o pior, sem passar pano para montagens de elenco bizarras e dando o devido valor para quem realmente sabe o que está fazendo no front office.
Ajustem os cintos: do topo até o fundo do poço, aqui está o único Power Ranking que importa.
Primeiramente é bom separar os times em 5 tiers:
T1 - Contender - Time pronto para competir e buscar a taça já na primeira temporada
T2 - Ameaças nos Playoffs - Times que se encaixar podem surpreender a liga e que estão a um ou dois passos de se tornarem contenders (ou apenas precisam do tempo de amadurecimento do time).
T3 - Zona Neutra - Franquias que possuem uma grande estrela com um em torno ruim, ou um elenco balanceado mas sem o seu FP, com uma gestão boa podem subir degraus, mas como uma gestão ruim podem descer degraus. Basta acreditar no processo do GM.
T4 - Reconstrução Necessária - Franquias que já entenderam que é impossível competir no momento e priorizam jovens ou que ainda não entenderam, mas logo irão perceber que com o roster atual não irá longe, são os times que mais se beneficiam com o novo sistema de loteria.
T5 - Limbo - Equipes que escolheram o tank supremo mas que devem tomar o máximo de cuidado com as novas regras de loteria, já que com o roster atual vai precisar torcer muito para não ser as piores equipes na temporada.
Vamos lá:
1. Chicago Bulls (GM: Leancon) - T1
Análise: O Chicago Bulls montou o elenco mais completo, equilibrado e dominante de toda a liga. Une estrelas no auge físico, excelente espaçamento de quadra e um banco profundo, a rotação de 7 homens é o ponto mais positivo desse time.
Ponto Forte: Elenco completo, sem brechas táticas e com alto poder de decisão no ataque e na defesa.
Uma coisa a se fazer: Na segunda temporada ir atrás de outro pivô para seu time titular, ou no draft ou através de troca, mantendo em mente o limite de 10 trocas por temporada.
2. Philadelphia 76ers (GM: Davi Ramos) - T1
Análise: O Philadelphia 76ers tem um elenco extremamente agressivo e talentoso, com grande capacidade de criar turnovers e pontuar em velocidade, com um starting 5 sem pontos fracos.
Ponto Forte: A intensidade defensiva no perímetro e o poder de transição rápida, ainda mais tendo um pivô pra fazer o resto do trabalho sujo no garrafão.
Uma coisa a se fazer: Tentar rejuvenecer o time com o passar do tempo, já que estão todos os jogadores em uma idade perfeita pra competir por ao menos 5 anos.
3. San Antonio Spurs (GM: Lucas Vinicius) - T1
Análise: O San Antonio Spurs é a definição de equilíbrio técnico e tático. Com uma rotação profunda e sem pontos fracos evidentes, é um forte candidato ao título.
Ponto Forte: Em uma liga com poucos pivôs, apesar de haver equipes mais completas, a presença do Shaq (98 OVR) no garrafão pode dar razões pro Spurs ser considerado o time mais perigoso da liga.
Uma coisa a se fazer: Investir minimamente no banco para não passar perrengue enquanto os titulares descansam e com cuidado pra não estrapolar o cap.
4. Sacramento Kings (GM: Matheus Vicenzo) - T1
Análise: O Sacramento Kings tem um dos ataques mais letais e explosivos do jogo com Tracy McGrady (97 OVR), Ricky Davis (83 OVR) e Jason Richardson (82 OVR). Pecam apenas na falta de proteção de aro pesada, apesar da ótima contratação em Zach Randolph (21y) pro futuro.
Ponto Forte: O poder de fogo ofensivo devastador liderado por Tracy McGrady (97 OVR).
Uma coisa a se fazer: Trocar peças do banco por um pivô protetor de aro para dar suporte ao jovem Zach Randolph no garrafão.
5. New York Knicks (GM: Felipe Coala) - T1
Análise: O New York Knicks apresenta uma espinha dorsal experiente e com alto nível de competitividade. O time é muito físico e pronto para brigar no topo do Leste, a presença de Kevin Garnett (98 OVR) ajuda a ter uma presença forte no garrafão
Ponto Forte: Liderança veterana e consistência na execução do jogo de meia quadra.
Uma coisa a se fazer: Rejuvenescer a rotação do banco para manter a intensidade durante os 82 jogos da temporada.
6. Milwaukee Bucks (GM: Arthur Cicero) - T1
Análise: O Milwaukee Bucks tem a sorte de contar com Tim Duncan (97 OVR), um dos jogadores mais dominantes da história. Ainda por cima, o elenco ao seu redor é ótimo, resta apenas saber se é possível ir longe com um banco tão fraco e com um pivô comum.
Ponto Forte: A presença avassaladora de Tim Duncan (97 OVR) na defesa, nos rebotes e no jogo de poste baixo.
Uma coisa a se fazer: Trazer arremessadores de elite para punir as dobras de marcação constantes que Duncan atrai.
7. Dallas Mavericks (GM: Vitor Oliveira) - T2
Análise: O Dallas Mavericks é uma potência ofensiva capaz de anotar pontos em alto ritmo. A grande preocupação é a vulnerabilidade da defesa de garrafão. Porém a troca feita pela franquia adquirindo Paul Pierce abriu margem pra competir por longos anos.
Ponto Forte: O excelente aproveitamento de arremessos de média e longa distância no ataque.
Uma coisa a se fazer: Contratar um pivô especialista defensivo para proteger o aro e equilibrar o time.
8. Phoenix Suns (GM: Tales Alcântara) - T2
Análise: O Phoenix Suns tem um time muito cascudo e pronto para competir no Oeste, contando com boa presença de garrafão e alas funcionais.
Ponto Forte: Equilíbrio entre ataque e defesa dentro da rotação titular.
Uma coisa a se fazer: Adicionar mais peças de arremesso do perímetro para criar espaço para o jogo interno e tentar rejuvenecer o time se quiser acompanhar a evolução do Elton Brand.
9. Atlanta Hawks (GM: Kahuê Fernandes) - T2
Análise: O Atlanta Hawks tem ótimos talentos individuais distribuídos no elenco, mas a química de equipe ainda precisa ser provada em quadra.
Ponto Forte: Capacidade de espaçamento ofensivo com ótimas peças individuais pra auxiliar o ótimo Chris Webber, que é um dos melhores jogadores da liga.
Uma coisa a se fazer: Ajustar o sistema tático para melhorar a circulação de bola e contratar um 2 sólido.
10. Boston Celtics (GM: Guilherme Botter) - T2
Análise: O Boston Celtics apresenta um elenco equilibrado, físico e muito forte, capaz de impor um ritmo duro nos adversários. Falta uma segunda unidade melhor para desequilibrar partidas parelhas.
Ponto Forte: Elenco titular muito forte capaz de fechar a maioria dos jogos
Uma coisa a se fazer: Buscar uma troca envolvendo peças secundárias para conseguir se sobressair contra equipes mais fortes.
11. Miami Heat (GM: Eziamaka Ikejiaku) - T2
Análise: O Miami Heat ostenta um dos melhores jogadores de toda a liga em Kobe Bryant (98 OVR), cercado por ótimos defensores como Shane Battier e Doug Christie. Falta um pouco de profundidade no time titular e no banco.
Ponto Forte: O domínio absoluto de Kobe Bryant (98 OVR) nos dois lados da quadra.
Uma coisa a se fazer: Adicionar peças para esse time é essencial, já que a defesa é ótima, porém o ataque é muito dependente do Kobe.
12. Cleveland Cavaliers (GM: Marcos Vinícius) - T2
Análise: O Cleveland Cavaliers vem montando um time que combina jovens promissores com contratos flexíveis, mas o diferencial é a presença do jovem Vince Carter (90 OVR).
Ponto Forte: Presença de Vince Carter, que será a liderança desse time
Uma coisa a se fazer: Manter a disciplina na montagem do time com alerta para não perder o auge do seu FP.
13. Charlotte Hornets (GM: Guilherme Fabro) - T2
Análise: O Charlotte Hornets apresenta uma equipe jovem, competitiva e com boa margem de crescimento. A de solidez no garrafão para segurar o tranco contra os Big Men da conferência pode fazer o time terminar bem na temporada.
Ponto Forte: A velocidade na transição e a energia do seu quinteto titular.
Uma coisa a se fazer: Melhorar o banco para os minutos que o titular estiver fora.
14. Detroit Pistons (GM: Lucas Carvalho) - T2
Análise: O Detroit Pistons aposta na experiência lendária de Michael Jordan, Karl Malone e John Stockton. Embora os nomes sejam gigantescos, a idade avançada cobrirá um preço físico alto no ritmo do jogo e o time tem que torcer pro encaixe funcionar.
Ponto Forte: QI de basquete lendário e eficiência absurda nos arremessos de meia distância.
Uma coisa a se fazer: Gerenciar os minutos dos veteranos rigorosamente para evitar lesões e desgaste antes do fim da temporada.
15. Golden State Warriors (GM: Raul Marx) - T3
Análise: O Golden State Warriors conta com uma excelente âncora defensiva com Ben Wallace (89 OVR) e a liderança de Mike Bibby (86 OVR). O time peca na falta de alas que criem o próprio arremesso de forma consistente.
Ponto Forte: A proteção de garrafão e o domínio nos rebotes liderados por Ben Wallace (89 OVR) que deve ganhar alguns prêmios de defensor do ano.
Uma coisa a se fazer: Adquirir um ala pontuador de isolamento para desafogar o ataque nos momentos finais dos jogos, já que falta uma primeira opção forte de pontuação.
16. New Orleans Pelicans (GM: Kleber Carnavali) - T3
Análise: O New Orleans Pelicans se encontra no meio da tabela, com uma equipe competitiva, porém sem um rumo totalmente definido entre brigar por playoffs ou focar na reconstrução.
Ponto Forte: Backcourt de times campeões, com certeza são capazes de vencer jogos sozinho, principalmente contra equipes com frontcourt ruim.
Uma coisa a se fazer: Definir o rumo da franquia: vender veteranos por escolhas de draft ou investir pesado no frontcourt para buscar vaga nos playoffs.
17. Houston Rockets (GM: João Pedro) - T3
Análise: O Houston Rockets tem uma das melhores duplas da liga no Pick 'n Roll com Steve Nash (90 OVR) e Kenyon Martin (84 OVR). No entanto, o restante do elenco falta profundidade e a defesa de perímetro deixa a desejar.
Ponto Forte: A genialidade na armação e no passe de Steve Nash (90 OVR), capaz de elevar o nível de todos os companheiros.
Uma coisa a se fazer: Buscar defensores de perímetro para cobrir as brechas defensivas de Steve Nash e principalmente buscar um pivô melhor, é insustentável jogar com um pivô que destoa no nível pros titulares dessa forma.
18. Denver Nuggets (GM: Ruan Oliveira) - T3
Análise: O Denver Nuggets conta com um núcleo jovem promissor, mas ainda sofre com a falta de refino tático e experiência em jogos grandes. É uma equipe construída visando o médio e longo prazo. Bom frisar que essa posição no ranking é pensando que o time improvise um de seus ala-pivôs de pivô.
Ponto Forte: O atletismo e a flexibilidade defensiva do seu perímetro jovem.
Uma coisa a se fazer: Buscar um pivô fixo.
19. Washington Wizards (GM: Tiago Oliveira) - T3
Análise: O Washington Wizards vem com um quinteto titular fortíssimo liderado por Stephon Marbury (88 OVR) e Peja Stojakovic (86 OVR). A dependência dos titulares é alta, pois a rotação do banco deixa a desejar em termos de pontuação instantânea.
Ponto Forte: O poder de fogo no perímetro com o arremesso de Peja Stojakovic e a agressividade de Stephon Marbury nas infiltrações.
Uma coisa a se fazer: Adicionar profundidade de pontuação ao banco de reservas para não desgastar os titulares até os playoffs e melhorar o garrafão.
20. Orlando Magic (GM: Gabriel Botter) - T4
Análise: O Orlando Magic possui um dos melhores núcleos jovens da liga com Pau Gasol (83 OVR), Lamar Odom (80 OVR) e Jay Williams (80 OVR), além do auxílio de Jerry Stackhouse (86 OVR). Falta apenas rodagem para o grupo atingir o auge.
Ponto Forte: A incrível versatilidade e o potencial de desenvolvimento da dupla de alas Pau Gasol e Lamar Odom.
Uma coisa a se fazer: Ajustar a rotação para equilibrar os minutos dos jovens estrelas e dar tempo de quadra para acelerar suas evoluções, é necessário melhorar o banco também.
21. LA Clippers (GM: Pedro Monteiro) - T4
Análise: O LA Clippers apresenta uma equipe muito homogênea e profunda, sem buracos claros na rotação titular. A falta de presença no garrafão impede que o time alce voos mais altos contra as potências da liga.
Ponto Forte: Equilíbrio tático e consistência da 1-3 do quinteto titular, com ótimos jogadores.
Uma coisa a se fazer: Juntar ativos do banco e tentar uma troca por um pivô melhorar para combinar com o Billups.
22. Indiana Pacers (GM: Raul Silva) - T4
Análise: O Indiana Pacers apresenta uma equipe jovem e cheia de energia no perímetro com Gilbert Arenas (83 OVR) e Jamal Crawford (79 OVR) que devem evoluir para serem as principais armas ofensivas do time. A presença de um veterano consagrado (Horry) pode ajudar mas a fragilidade na defesa dentro do garrafão limita a consistência do time, apesar do jovem Tyson Chandler.
Ponto Forte: O teto do time com 2 bons jovens e a explosão de Gilbert Arenas (83 OVR) que deve se tornar o FP da equipe em pouco tempo.
Uma coisa a se fazer: Desenvolver a presença defensiva interna com Tyson Chandler (80 OVR) para equilibrar o ritmo de jogo do time.
23. Brooklyn Nets (GM: Vinícius Camilo) - T4
Análise: O Brooklyn Nets construiu uma espinha dorsal muito promissora ancorada pelo pivô Yao Ming (86 OVR) e pelo armador Jason Terry (84 OVR). Contudo, o banco de reservas é envelhecido e o perímetro titular peca no arremesso de longa distância.
Ponto Forte: O garrafão dominante com Yao Ming (86 OVR), uma força da natureza perto do aro tanto na defesa quanto no ataque.
Uma coisa a se fazer: Reformular o banco de reservas e buscar alas arremessadores para aproveitar os espaços gerados pelas dobras de marcação no Yao Ming, lembrar-se também de entrar no cap.
24. Memphis Grizzlies (GM: Wesley Carvalho) - T4
Análise: O Memphis Grizzlies possui um elenco jovem, mas ainda cru para competir no topo do Oeste. Falta um jogador de elite com OVR 85+ capaz de decidir partidas e ser a primeira opção.
Ponto Forte: Juventude e margem de evolução física no elenco, o que permite ao time crescer com o passar das temporadas.
Uma coisa a se fazer: Focar no desenvolvimento dos seus jovens e buscar escolhas de draft para encorpar o elenco no futuro.
25. Oklahoma City Thunder (GM: Jefferson Alex) - T4
Análise: O Oklahoma City Thunder apoia toda a sua estrutura nas costas de Shawn Marion (87 OVR), que entrega impacto nos dois lados da quadra. No entanto, o restante da equipe é frágil na criação de jogadas e tem problemas sérios para espaçar a quadra.
Ponto Forte: Shawn Marion (87 OVR), um ala extremamente versátil que pontua, pega rebotes e defende múltiplas posições com maestria.
Uma coisa a se fazer: Encontrar urgentemente uma segunda opção de ataque no perímetro para não sobrecarregar Shawn Marion na pontuação, a franquia ainda precisa realizar trocas para subir no cap.
26. Utah Jazz (GM: Luan Araujo) - T4
Análise: O Utah Jazz conta com um perímetro muito talentoso e jovem, liderado por Rip Hamilton (84 OVR) e Manu Ginóbili (79 OVR), além de Carlos Boozer (80 OVR) na ala-pivô. O grande problema do time está na proteção do garrafão titular, que depende de Brendan Haywood (70 OVR), e no banco de reservas repleto de peças de baixo nível que não sustentam o ritmo da rotação.
Ponto Forte: A dupla de armadores com Rip Hamilton e Manu Ginóbili. Eles garantem capacidade de infiltração, arremesso e muita agressividade no ataque no perímetro.
Uma coisa a se fazer: Trocar por um pivô protetor de aro! O time precisa urgente buscar um C de nível titular que consiga defender a pintura e dar suporte ao Boozer, além disso, o time não pode se esquecer do cap.
27. Portland Trail Blazers (GM: Miguel Santos) - T4
Análise: O Portland Trail Blazers apresenta uma dupla de alas extremamente promissora e pontuadora com Rashard Lewis (84 OVR) e Joe Johnson (79 OVR, 21a). No entanto, a equipe sofre com uma rotação de garrafão muito crua no quinteto titular e um banco composto por peças de baixo impacto. A falta de proteção de aro e a armação modesta com Derek Fisher (75 OVR) limitam o teto do time no competitivo Oeste.
Ponto Forte: O poder de fogo nas alas com Rashard Lewis e o jovem Joe Johnson, garantindo excelente espaçamento de quadra e gatilhos letais no perímetro.
Uma coisa a se fazer: Adquirir presença interna de peso! O time precisa envolver seus ativos secundários para trazer um pivô defensivo de elite que consiga cobrir as brechas da defesa e proteger o garrafão.
28. Minnesota Timberwolves (GM: Henrique Campos) - T5
Análise: O Minnesota Timberwolves entra em quadra dependendo excessivamente de um único talento geracional. O elenco titular tem peças funcionais no garrafão, mas o backcourt é envelhecido e entrega pouca criação ofensiva. O time tem um banco decente, mas com baixíssimo teto de evolução. A dependência de jogadas individuais no garrafão vai cobrar um preço alto na pontuação geral.
Ponto Forte: O pivô Amar'e Stoudemire (82 OVR, 19a). Ele é o pilar absoluto da franquia, com potencial físico e atlético para se tornar um dos - senão o - Big Men mais dominantes da liga nas próximas temporadas.
Uma coisa a se fazer: Arrumar o time! A franquia precisa trocar veteranos do banco e/ou picks para conseguir um PG de futuro que consiga organizar o ataque e alimentar o Amar'e no pick and roll, por possuir 11 picks nos próximos 5 anos (!!) deve ser mais fácil adquirir bons jogadores.
29. Los Angeles Lakers (GM: Kaio Gama) - T5
Análise: O Lakers tem no papel um dos melhores jovens armadores da liga, mas a montagem do elenco ao redor dele não é das melhores. O time queimou 4 trocas para terminar com um elenco lotado de veteranos de OVR baixo que não agregam nem no presente, nem no futuro, apesar disso adquiriu boas picks futuras (9 nos próximos 5 anos (!!)).
Ponto Forte: Tony Parker (83 OVR, 20a). Ele é o maior motivo de esperança na Califórnia. Tem teto para se tornar um PG Top 5 da liga.
Uma coisa a se fazer: Melhorar o time titular! O time precisa empacotar alguns veteranos sem margem alta de evolução (Eddie House e Chris Anderson) e trocar por jogadores melhores utilizando algumas das picks que recebeu pro trocas.
30. Toronto Raptors (GM: João Mazzei) - T5
Análise: O elenco titular do Toronto Raptors é muito jovem, porém é fraco, principalmente o backcourt. Defensivamente o time funciona e deve encaixar, principalmente por conta da escolha de primeiro round do time Andrei Kirilenko. O problema tende a ser o ataque do time que deve penar para funcionar.
Ponto Forte: Defesa. Principalmente o ala Andrei Kirilenko que deve empilhar DPOY's futuramente.
Uma coisa a se fazer: SUBIR CAP! O Toronto Raptors precisa desesperadamente subir ao menos 19 pontos de ovr para não sofrer punições.
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