GM dos Pelicans rompe com antigos aliados
“Perdi a confiança em quem um dia considerei amigo”New Orleans — O mercado da Fantasy NBA ganhou, nesta semana, um de seus capítulos mais tensos. O General Manager do New Orleans Pelicans anunciou que não pretende mais realizar negociações com determinados times da liga, encerrando relações que, até pouco tempo atrás, eram consideradas p
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New Orleans — O mercado da FBA ganhou, nesta semana, um de seus capítulos mais tensos. O General Manager do New Orleans Pelicans anunciou que não pretende mais realizar negociações com determinados times da liga, encerrando relações que, até pouco tempo atrás, eram consideradas próximas e baseadas em confiança.
Segundo o dirigente, o problema não está apenas nas negociações em si, mas na sensação de que amizades construídas ao longo da temporada foram colocadas de lado quando surgiram oportunidades de negócio.
“O que mais me incomodou não foi perder uma troca. Foi perceber que algumas pessoas que eu considerava amigas não tinham o mesmo conceito de amizade que eu tinha.”
O episódio ganhou força após negociações envolvendo nomes importantes, como Ray Allen e André Miller. Para o GM de New Orleans, as tratativas deixaram uma sensação de desrespeito que ultrapassou os limites de uma simples negociação entre franquias.
“Em negócios como os de Ray Allen e André Miller, eu senti que a minha confiança foi tratada como algo descartável. Eu esperava, no mínimo, respeito de quem um dia se apresentou como meu amigo.”
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“É difícil ser amigo de gente que não joga o mesmo jogo”*
Nos bastidores, o dirigente teria passado por um período de profunda frustração. O que inicialmente parecia apenas uma sequência de negociações mal-sucedidas acabou se transformando em uma crise de confiança.
“Cheguei a pensar: será que vale a pena continuar fazendo isso? Você dedica tempo, conversa, tenta construir relações e, no fim, descobre que algumas pessoas estavam apenas esperando a oportunidade certa para tirar vantagem.”
Em outro momento de desabafo, o GM foi ainda mais direto:
“Houve noites em que eu fiquei realmente para baixo. Não pela derrota de uma negociação, mas pela decepção com as pessoas. Por alguns momentos, pensei até em largar tudo.”
Apesar disso, o dirigente afirma que não pretende abandonar New Orleans. A experiência, segundo ele, serviu para estabelecer uma nova filosofia de gestão.
“Alguns deveriam subir de categoria”
O GM também fez uma declaração que rapidamente repercutiu entre os demais dirigentes da liga.
“Existem pessoas que deveriam subir para outra categoria da liga. Não estou falando de talento ou de capacidade de montar elenco. Estou falando de caráter. Eu simplesmente não me alinho a determinadas formas de fazer negócio.”
A declaração foi interpretada nos bastidores como uma referência direta a alguns dos antigos parceiros comerciais dos Pelicans, embora o dirigente tenha evitado citar nomes.
A partir de agora, a política de New Orleans parece clara: relações pessoais e negociações profissionais serão tratadas separadamente — e a confiança, uma vez perdida, dificilmente será recuperada.
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“Eu não espero mais nada de quem um dia já se disse meu amigo. Se quiser negociar comigo, venha como GM. Não venha como amigo. Amizade exige confiança, e essa confiança acabou.”
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